couve-flor

Leila, a couve-flor

Poderia ser uma foto-novela. Faz mais de seis meses que plantei a couve-flor, meses de fortes emoções e surpresas inesperadas. Vivemos tantos momentos importantes juntas que dei nome para a couve-flor: Leila. Plantei Leila em junho. E, até agora, nada de Leila dar flor…

couve-flor
Primeira foto do bebê, em julho 2016

Tudo começou quando vi a foto na embalagem das sementes: uma linda e enorme couve-flor ROXA. Oh my goddess, eu preciiiiiiiso ter essa couve-flor roxa na minha horta. Claro que Alessandra não pesquisou nada sobre o cultivo de couve-flor. Quanto espaço precisa? Que tamanho fica? Qual o espaçamento entre ela e outras plantas? Com que espécies combina e pode ser plantada junto? E, mais que tudo, quanto tempo leva até dar a flor?

Que nada. Hipnotizada pelo roxo da embalagem, saí correndo e plantei. O que aconteceu nesses mais de seis meses foi o seguinte:

  • Leila começou a crescer e fazer sombra para as doces beterrabinhas que estavam embaixo dela.
  • Leila tinha duas irmãs ao redor, mas tive que tirá-las pois não cabiam as três no canteiro elevado.
  • Leila disputou a tapas o espaço com os tomateiros (que nasceram ali à minha revelia, diga-se).
  • Leila começou a dar flor!
  • Leila foi atacada por pulgões furiosos!
  • Leila sobreviveu (ainda que com folhas retorcidas) ao ataque de óleo de neem perpetrado por mim para acabar com os pulgões…
  • Porém a flor de Leila sucumbiu aos pulgões e ao neem.
  • Quando se recuperou, Leila começou a dar flor de novo!
  • Apareceram as lagartas. E parece que se foi a flor…
  • E agora? Tem o que parece ser um monte de florzinhas. Mas eu achava que a couve-flor só dava uma flor, que ficava enorme – e roxa, no caso de Leila.

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